O TP6 foi outro material que utilizei bastante com as turmas de 7ª e 8ª séries, em função da pertinência do tema, que é, fundamentalmente, a argumentação. Sendo assim, com a 5ª série, acabei aplicando apenas a parte que trata da produção textual e, sobretudo, Literatura. Optei pelo avançando na prática da página 178. Primeiramente trabalhei com a turma o texto de Leo Cunha, compilado da obra Conversa pra boy dormir, presente na página 169 do TP6. Criei questões de estudo do texto e trouxe para a sala de aula os livros O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de poesias, e A Bolsa Amarela, mencionados no texto lido. Escolhi estes por serem livros que eu já havia lido, podendo fazer uma breve resenha dos mesmos para a turma.
Em seguida, realizei com a turma uma discussão a respeito de suas histórias de leitura, Para começar, fiz um relato de minha trajetória de leitura, contei das histórias contadas por minha mãe, na hora de dormir, de minha preferência pelo conto da Branca de Neve, dos livros que marcaram minha infância: O menino do dedo verde, As aventuras do cachorrinho Samba, O pequeno príncipe, Tonico e assim por diante, até chegar no que estava lendo no momento, que era Coraline. Os alunos sentiram-se motivados a falar de suas experiências, pude perceber que a grande maioria leu bastante nas séries iniciais e ouviram histórias de suas professoras e também dos familiares, o que explica o fato de esta turma, em geral, ler muito. Pedi então que a turma colocasse no papel suas histórias de leitura, relatando suas lembranças boas, as não tão boas e também suas preferências atuais de leitura. No que se refere às lembranças negativas, foi quase unânime a experiência de "ser obrigado" a ler ou de ter de contar a história "lá na frente", como forma de avaliação. É interessante lembrar que, de forma informal, numa roda de leitura, no caminho da biblioteca e até mesmo no recreio, os estudantes falam naturalmente sobre o que estão lendo, por perceberem que há uma troca de experiência e não, meramente, um recurso avaliativo. Geralmente pergunto sobre os livros retirados em aula, mas sugerindo que ainda não li e quero ler também, ou mesmo que já li, mas não me lembro de determinado ponto. É realmente incrível o resultado!
Era dia de troca de livros na biblioteca, então, aproveitando que o assunto da aula foi leitura, fomos até lá e, como não poderia deixar de ser, a maioria queria ler os livros que levei para a sala de aula, comprovando a tese de que não se forma leitores, se o professor não conhece os textos e, principalmente, se não demonstra prazer por essa atividade.
Em seguida, realizei com a turma uma discussão a respeito de suas histórias de leitura, Para começar, fiz um relato de minha trajetória de leitura, contei das histórias contadas por minha mãe, na hora de dormir, de minha preferência pelo conto da Branca de Neve, dos livros que marcaram minha infância: O menino do dedo verde, As aventuras do cachorrinho Samba, O pequeno príncipe, Tonico e assim por diante, até chegar no que estava lendo no momento, que era Coraline. Os alunos sentiram-se motivados a falar de suas experiências, pude perceber que a grande maioria leu bastante nas séries iniciais e ouviram histórias de suas professoras e também dos familiares, o que explica o fato de esta turma, em geral, ler muito. Pedi então que a turma colocasse no papel suas histórias de leitura, relatando suas lembranças boas, as não tão boas e também suas preferências atuais de leitura. No que se refere às lembranças negativas, foi quase unânime a experiência de "ser obrigado" a ler ou de ter de contar a história "lá na frente", como forma de avaliação. É interessante lembrar que, de forma informal, numa roda de leitura, no caminho da biblioteca e até mesmo no recreio, os estudantes falam naturalmente sobre o que estão lendo, por perceberem que há uma troca de experiência e não, meramente, um recurso avaliativo. Geralmente pergunto sobre os livros retirados em aula, mas sugerindo que ainda não li e quero ler também, ou mesmo que já li, mas não me lembro de determinado ponto. É realmente incrível o resultado!
Era dia de troca de livros na biblioteca, então, aproveitando que o assunto da aula foi leitura, fomos até lá e, como não poderia deixar de ser, a maioria queria ler os livros que levei para a sala de aula, comprovando a tese de que não se forma leitores, se o professor não conhece os textos e, principalmente, se não demonstra prazer por essa atividade.
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