Na seção 1 (continuidade de sentidos, p.76) do TP5 os estudantes adoraram realizar a atividade 3. A orientação era de colar o nariz no Pinóquio. Primeiro eles recortatem e colaram o nariz no boneco. Todos os alunos realizaram a tarefa com facilidade. Antes de trabalhar as questões propostas pelo material, reli para a turma o conto do Pinóquio (eles adoram ouvir histórias!). Só então passei para eles as questões, ressaltando, na correção das mesmas, a importância de conhecer o conto para dar conta das mesmas.
Exemplo disso é que precisamos sabermos que se trata de um boneco de madeira para acharmos coerente que cada nariz da atividade tivesse na ponta uma folhinha, ou mesmo que pudéssemos colar o nariz no personagem que, se fosse humano, tornaria a atividade incoerente. Disse a eles que isso se chama "conhecimento de mundo" ou "bagagem cultural", que nos permite compreender, fazer inferências e estabelecer comparações com os textos que lemos, atribuindo-lhes sentido. A coerência está relacionada, portanto, à organização textual, mas também ao conhecimento de mundo do leitor.
Ainda desta seção, apliquei a atividade 11 (p. 91), a partir de uma tira da Magali e do Cebolinha. A tira em questão sugere que a coerência de um texto pode ficar comprometida por um mal entendido, na fala ou na escrita. O mal entendido, por sua vez, ocorre quando não somos suficientemente claros com nosso interlocutor. É o caso do Cebolinha, na tira, quando pergunta à Magali se ela quer "tomar" um sorvete e ela, literalmente, pega o sorvete dele e não devolve mais. Os alunos localizaram com facilidade a palavra que criou o mal entendido e, para finalizar, pedi que eles reescrevessem a fala do Cebolinha, de tal maneira que se evitasse a dupla interpretação, por parte da Magali.
Exemplo disso é que precisamos sabermos que se trata de um boneco de madeira para acharmos coerente que cada nariz da atividade tivesse na ponta uma folhinha, ou mesmo que pudéssemos colar o nariz no personagem que, se fosse humano, tornaria a atividade incoerente. Disse a eles que isso se chama "conhecimento de mundo" ou "bagagem cultural", que nos permite compreender, fazer inferências e estabelecer comparações com os textos que lemos, atribuindo-lhes sentido. A coerência está relacionada, portanto, à organização textual, mas também ao conhecimento de mundo do leitor.
Ainda desta seção, apliquei a atividade 11 (p. 91), a partir de uma tira da Magali e do Cebolinha. A tira em questão sugere que a coerência de um texto pode ficar comprometida por um mal entendido, na fala ou na escrita. O mal entendido, por sua vez, ocorre quando não somos suficientemente claros com nosso interlocutor. É o caso do Cebolinha, na tira, quando pergunta à Magali se ela quer "tomar" um sorvete e ela, literalmente, pega o sorvete dele e não devolve mais. Os alunos localizaram com facilidade a palavra que criou o mal entendido e, para finalizar, pedi que eles reescrevessem a fala do Cebolinha, de tal maneira que se evitasse a dupla interpretação, por parte da Magali.
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